Disputas Postcoloniales en el Rap Kriolu: tachaduras de la lusofonía desde una perspectiva comunicacional
DOI:
https://doi.org/10.33871/vortex.2026.14.11252Palabras clave:
Rap Criollo, Lusofonía, Diáspora Africana, Portugal, Estudios PostcolonialesResumen
Este artículo se centra en algunas cuestiones suscitadas por el rap kriolu, variante portuguesa del género musical originado en los EE. UU. y asociado a personas negras de barrios periféricos o pobres. En este caso, los protagonistas son inmigrantes o descendientes de inmigrantes que cantan en criollo, una familia de lenguas derivadas del portugués habladas en países colonizados por Portugal, así como en barrios periféricos de metrópolis portuguesas. A lo largo del texto, discutiremos tres puntos de tensión que involucran al rap kriolu. En primer lugar, las identidades fracturadas de los jóvenes inmigrantes, que negocian entre elementos de las culturas de Portugal y de los Estados Unidos. En segundo lugar, las formas en que el rap kriolu desafía las visiones apaciguadoras de una “Nueva Lisboa” marcada por sonoridades cosmopolitas y multiculturales. Y, por último, las contradicciones suscitadas por la presencia de raperos blancos en el género, principalmente Mota JR.
Descargas
Citas
ALIM, Samy H. Bring It To The Cypher: hip hop nation language. In: Forman, Murray; Neal, Mark Anthony (Org.). That's The Joint!: the hip-hop studies reader. 2nd ed. New York: Routledge, 2012. Cap. 35, p. 530-563.
BARBOSA, Carlos Elias; RAMOS, Max Ruben. Vozes e movimento de afirmação: Os filhos dos cabo-verdianos em Portugal. In: GÓIS, Pedro (org,). Comunidade(s) Cabo-Verdiana(s): As múltiplas faces da imigração cabo-verdiana. Lisboa: ACIDI. p. 173-191, 2008.
BELANCIANO, Vitor. Não dá para Ficar Parado: Música Afro-Portuguesa, celebração, conflito e esperança. Lisboa: Afrontamento, 2020.
BENNET, Andy. Hip-Hop am Main, Rappin’ on the Tyne: Hip-Hop Culture as a Local Construct in Two European Cities. In: FORMAN, Murray; NEAL, Mark Anthony (org.). That's The Joint!:The Hip-Hop Studies Reader. 1st ed. Nova Iorque: Routledge, p. 177-197, 2004.
BORN, Georgina. Music And The Materialization Of Identities. In: Journal Of Material Culture, Oxford, v. 16, n. 4, 2011. DOI: 10.1177/1359183511424196.
BRACKETT, David. Categorizing Sound: genre and twentieth-century popular music. 1st ed. Oakland: University of California Press, 2016.
BURTON, Justin Adams. Posthuman Rap. 1st ed. New York: Oxford University Press, 2017.
CAMARGOS, Roberto. Rap E Política: percepções da vida social brasileira. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2015.
CASWELL, Isaac. 110 new languages are coming to Google Translate. Google Mideastand North Africa. São Francisco, 29 jul. 2024. Acesso em 27 jul. 2025. Disponível em: https://blog.google/intl/en-mena/product-updates/connect-communicate/google-translate-new-languages-2024/.
CHANG, Jeff. Can’t Stop Won’t Stop: a history of the hip hop culture. 1st ed. New York: St. Martin’s Press, 2005.
COUTO, Filipe Abraão Martins do. Lusofonia: um Conceito Ainda Incipiente? Diálogos, [S. l.], v. 2, p. 71–88, 2017. Disponível em: https://dialogosuntl.com/index.php/revista/article/view/99. Acesso em: 5 out. 2025.
CM avança que corpo de Mota Jr foi encontrado. Bantumen, Lisboa, 19 de mai. 2020. Disponível em: https://www.bantumen.com/artigo/corpo-mota-jr-encontrado/. Acesso em 10 out. 2025.
DA CUNHA, Ana; LEOTE, Inês. Juana na Rap leva as línguas do Monte da Caparica a festival. “Expresso-me melhor em crioulo, quando escrevia em português não soava tão bem”. A Mensagem, Lisboa, 5 mai. 2023. Disponível em: https://amensagem.pt/2023/05/05/juana-na-rap-crioulo-linguas-monte-da-caparica-festival/. Acesso em 30 out. 2025.
DOMINELLO, Zachariah. “Keepin’ it real, mate”: a study of identity in australian hip hop. In: Griffith Working Papers in Pragmatics and Intercultural Communication, Queensland, v. 1, n. 1, p. 40-47. 2008.
FARACO, Carlos Alberto. Lusofonia: utopia ou quimera? Língua, história e política. In Lobo, T.; Carneiro, Z.; Soledade, J.; Almeida, A.; Ribeiro, S. (org.). Rosae: linguística histórica, história das línguas e outras histórias. Salvador: EDUFBA, 2012, pp. 31-50.
FARINHA, Ricardo. 20 músicas de rap crioulo para o arranque do ano. Rimas e Batidas, Lisboa, 28 de jan. 2017. Disponível em: https://www.rimasebatidas.pt/20-musicas-rap-crioulo-arranque-2017/. Acesso em 10 out. 2025.
FARINHA, Ricardo. O rap crioulo chegou ao mainstream. Rimas e Batidas, Lisboa, 8 de jul. 2017. Disponível em: https://www.rimasebatidas.pt/o-rap-crioulo-chegou-ao-mainstream-uma-nova-era-para-o-movimento/. Acesso em 10 out. 2025.
FORMAN, Murray. “Represent”: race, space and place in rap music. In: Forman, Murray; Neal, Mark Anthony (Org.). That's The Joint!: the hip-hop studies reader. 2nd ed. New York: Routledge, 2012. Cap. 17, p. 247-269.
GÓIS, Pedro; MARQUES, José Carlos. Retrato de um Portugal migrante: a evolução da emigração, da imigração e do seu estudo nos últimos 40 anos. e-cadernos CES, n. 29, 2018.
GILROY, Paul. O Atlântico Negro: modernidade e dupla consciência. 2. ed. São Paulo: Editora 34, 2012.
GRASSI, Marzia. Identidades Plurais na Europa contemporânea: Auto percepções nos jovens de origem africana em Portugal. In: GÓIS, Pedro (org,). Comunidade(s) Cabo-Verdiana(s): As múltiplas faces da imigração cabo-verdiana. Lisboa: ACIDI,. p. 155-172, 2008.
HAGEMEIJER, Tjerk; ALEXANDRE, Nélia. Os crioulos da Alta Guiné e do Golfo da Guiné: uma comparação sintáctica. VII Congresso Ibérico de Estudos Africanos, Lisboa, 2010. Disponível em: https://repositorio.iscte-iul.pt/handle/10071/2412. Acesso em: 20 fev. 2025
HALL, Stuart. Da Diáspora: identidades e mediações culturais. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2023.
HENRIQUES, Joana Gorjão. É proibido falar crioulo. Público, Lisboa, 2 de set. 2017. Disponível em: https://www.publico.pt/2017/09/02/sociedade/noticia/e-proibido-falar-crioulo-1783932. Acesso em 12 de jan. 2025.
IBRAHIM, Awad. Immigration, Language, and Racial Becoming. In: Alim, H. Samy; Kroskrity, Paul V.; Reyes, Angela (Org.). The Oxford Handbook Of Language And Race. 1st ed. Nova Iorque: Oxford University Press. Cap. 9, pp. 167-185. 2019.
LEAL, Gabriela. Contra-en(cantar) o bairro. Poéticas da paisagem do rap kriolu na Área Metropolitana de Lisboa. In: Ponto Urbe [Online], 31, v.1, 2023. DOI: https://doi.org/10.4000/pontourbe.14906
LOPES, Silas Abner Dos Reis. A origem dos crioulos de base lexical portuguesa no contexto da colonização europeia em África. In: RODRIGUES, Luís Filipe Martins; DA LUZ, Hilarino Carlos Rodrigues; TIMBANE, Alexandre António (Org.).O cabo-verdiano e o português em convivência: descrição, ensino, literatura e cultura. 1ª ed. Belém: Home Editora, 2023. Cap. 2, p. 32-45.
MACHADO, Fernando Luís. Luso-africanos em Portugal: nas margens da etnicidade. Sociologia - Problemas e Práticas, nº 16, p. 111-134, 1994.
MAZER, Dulce Helena. Rap de gaúcha: performance e resistência de MCs nas cenas rap da região metropolitana de Porto-Alegre. Contemporanea, 16(1), p. 133–153. https://doi.org/10.9771/contemporanea.v16i1.25976.
MENDONÇA JÚNIOR, Francisco Carlos Guerra de. Rimando contra o “mito” do bom colonizador: o rap como forma de combate ao racismo em Portugal. In: Guerra, Paula; Sitoe, Tirso (Org.). Reinventar o discurso e o palco: o rap, entre saberes locais e saberes globais. 1. ed. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2019. Cap. 9, p. 168-189.
PARDUE, Derek. Cape Verde, Let’s Go: creole rappers and citizenship in Portugal. 1st ed. Chicago: Universityof Illinois Press, 2015.
RAPOSO, Otávio; VARELA, Pedro; SIMÕES, João Alberto; CAMPOS, Ricardo. “Nos e fidjuladi gueto, nos e fidjudiimigranti, fidjudiKabu Verdi”: estética, antirracismo e engajamentos no rap crioulo em Portugal. Revista Sociedade e Estado, v. 36, nº 1, p. 269-291, 2021.
RIBEIRO, João Gabriel. Mota Jr.: a morte do jovem e a vida do rapper. Shifter, Lisboa, 22 de mai. 2020. Disponível em: https://shifter.pt/2020/05/mota-jr-rapper/. Acesso em 19 dez. 2024.
RODMAN, Gilbert. Race And Other Four Letter Words: eminem and the cultural politics of authenticity. In: Forman, Murray; Neal, Mark Anthony (Org.). That's The Joint!: the hip-hop studies reader. 2nd ed. New York: Routledge, 2012. Cap. 14, p. 179-198.
ROLIM, Mário A. O. M..Múltiplos modos de mover politicamente os corpos no rap: cartografia dos regimes coreopolíticos do rap do Brasil e dos EUA. 2023. Tese (Doutorado em Comunicação) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/53565. Acesso em: 25 jun. 2026.
ROLIM, Mário A. O. M..Rosto branco, voz “negra”: Iggy Azalea e as tensões do pop-rap. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/31854. Acesso em: 25 jun. 2026.
ROSE, Tricia. Black Noise: rap music and black culture in contemporary america. 1st ed. Hanover: Wesleyan University Press, 1994.
SANTOS, Daniela Vieira dos. A nova condição do rap: De cultura de rua à São Paulo Fashion Week. Estudos de Sociologia, Araraquara, v. 27, n. esp1, p. e022005, 2022. DOI: 10.52780/res.v27iesp1.15829. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/article/view/15829. Acesso em: 21 out. 2025.
SILVA, Rômulo Vieira da. A Rede do rap lusófono: associações, alianças e controvérsias na cultura digital. 2024. Tese (Doutorado em Comunicação) - Universidade Federal Fluminense, 2024.
SILVA, Rômulo Vieira da. Flows e Views: batalhas de rimas, batalhas de YouTube, cyphers e o RAP brasileiro na cultura digital. 2019. 138 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2019.
SILVA, Rômulo Vieira da; BITTENCOURT, Luiza. Conexões da lusofonia: aproximações entre Brasil e Portugal por meio do RAP. In: Guerra, Paula; Sitoe, Tirso (Org.). Reinventar o discurso e o palco: o rap, entre saberes locais e saberes globais. 1. ed. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2019. Cap. 8, p. 152–167.
SOUTO, Guilherme. “Joia branco na mundo preto”: tretas musicais e tensões linguísticas no rap crioulo de Portugal. Anais do Congresso Internacional Em Comunicação E Consumo, 15, São Paulo. Disponível em: https://proceedings.science/comunicon/comunicon-2025/trabalhos/joia-branco-na-mundo-preto-tretas-musicais-e-tensoes-linguisticas-no-rap-crioulo?lang=pt-br. Acesso em: 25 jun. 2026.
SOVIK, Liv. Aqui Ninguém É Branco. Rio De Janeiro: Aeroplano, 2009.
SOUZA, Ângela Maria de. O rap crioulo em Portugal: corporalidades em performance dando voz a novas rualidades. Revista Angolana de Sociologia, v. 8, 2011. Disponível em: http://journals.openedition.org/ras/564. Acesso em 17 abr. 2025.
TEPERMAN, Ricardo. Se Liga No Som: as transformações do rap no brasil. 1. ed. São Paulo: Claro Enigma, 2015.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Mário A. O. M. Rolim, Thiago Soares, Guilherme Souto

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores conservan los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación, con el trabajo simultáneamente bajo la licencia Creative Commons Attribution Licence que permite compartir el trabajo con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.