Bajubá: la lengua de la comunidad LGBTTQIA+ como práctica de resistencia, interculturalidad y (re)colonialidad
DOI:
https://doi.org/10.33871/22386084.2026.16.11726Palabras clave:
literacidad, Bajubá, Candomblé, interculturalidad, comunidadResumen
Este artículo, desde una perspectiva vinculada a los Estudios de Alfabetización y los Estudios Decoloniales, busca comprender el bajubá como una forma de alfabetización de reexistencia, analizando las estrategias lingüísticas empleadas por la comunidad LGBTTQIA+. Asimismo, pretende abordar los procesos de apropiación y resignificación del lenguaje de los santos, especialmente de origen yoruba, presente en los terreiros (espacios religiosos) del Candomblé, considerando las problemáticas relaciones interculturales entre estos grupos históricamente marginados. En este sentido, el bajubá se entiende como una práctica de reexistencia, ya que posibilita la reinvención de conocimientos, afectividades y formas de sociabilidad silenciadas por procesos coloniales y heteronormativos. Además, el artículo problematiza la publicación de la obra *Aurélia – A Dicionária da Língua Afiada* como un posible movimiento hacia la institucionalización de este lenguaje, reflexionando sobre las tensiones entre visibilidad, interculturalidad y (re)colonialidad. Metodológicamente, el estudio es de naturaleza bibliográfica y se basa principalmente en Street (2006; 2014), Souza (2011), Walsh (2009) y Mignolo (2008).
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