Metodologías activas y Educación Inclusiva: desafíos y caminos para prácticas pedagógicas inclusivas
DOI:
https://doi.org/10.33871/22386084.2026.16.11614Palabras clave:
metodologías activas, educación inclusiva, diseño universal para el aprendizaje, aprendizaje basado en problemasResumen
Este artículo analiza la intersección entre metodologías activas y educación inclusiva, buscando identificar cómo estes enfoques pedagógicos pueden contribuir a superar desafíos históricos en el entorno escolar. El objetivo central es investigar las potencialidades de las metodologías activas en la promoción de una enseñanza eficiente que respete la diversidad y garantice la equidad del aprendizaje. La metodología adoptada consistió en una investigación bibliográfica calificada, fundamentada en autores clásicos y contemporáneos que discuten el protagonismo estudiantil y la inclusión escolar. Los resultados indican que, aunque existen barreras estructurales y formativas, la implementación de estrategias como el Aprendizaje Basado en Problemas (ABP) y el Diseño Universal para el Aprendizaje (DUA) favorece la autonomía de los estudiantes, tanto con como sin discapacidad. Además, la formación continua de los docentes, la flexibilidad curricular y el uso de recursos accesibles son esenciales para que estas metodologías se concreten de manera efectivamente inclusiva en la vida cotidiana escolar. Esta transformación de la práctica docente, junto con el uso intencional de metodologías activas, es fundamental para construir una escuela democrática, accesible y comprometida con el aprendizaje significativo de todos. Así, el estudio reafirma que la innovación pedagógica debe articularse con el respeto a las diferencias y la participación activa de los estudiantes para garantizar el derecho a la educación.
Descargas
Citas
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de; VALENTE, José Armando. Tecnologias e currículo: trajetórias convergentes ou divergentes?. São Paulo: Paulus, 2011.
BACICH, Lilian; MORAN, José (Org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
BACICH, Lilian; TANZI NETO, Adolfo; TREVISANI, Fernando de Mello (Org.). Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988. Disponível em: . Acesso em: 14 jan. 2026.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF: Presidência da República, 1996. Disponível em: . Acesso em: 14 jan. 2026.
BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília, DF: Presidência da República, 2015. Disponível em: . Acesso em: 14 jan. 2026.
BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, DF: MEC/SECADI, 2008.
CASTRO, Alberto de Castro; FIGUEIREDO, Rita Vieira de. Educação inclusiva e metodologias ativas: um diálogo necessário. Revista Brasileira de Educação Especial, Bauru, v. 26, n. 3, p. 455-470, jul./set. 2020.
DEWEY, John. Democracia e educação: introdução à filosofia da educação. 3. ed. São Paulo: Nacional, 1959.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer? São Paulo: Moderna, 2003.
MASETTO, Marcos Tarciso. Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus, 2012.
MORAN, José. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 5. ed. Campinas: Papirus, 2012.
PIAGET, Jean. Para onde vai a educação? Rio de Janeiro: José Olympio, 1973.
ROSE, David H.; MEYER, Anne. Teaching every student in the digital age: universal design for learning. Alexandria: ASCD, 2002.
SANCHEZ, Pilar Arnaiz. Educação inclusiva: um desafio para o século XXI. Revista de Educação Especial, Santa Maria, v. 1, n. 1, p. 1-12, 2005.
UNESCO. Declaração de Salamanca: sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educativas especiais. Salamanca: UNESCO, 1994.
VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 José Haroldo Evaristo Cavalcante, Ivone das Dores de Jesus

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.



