Mapa mental e alfabetização na perspectiva da Didática Crítica Decolonial
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Resumen
Se discute la alfabetización como responsabilidad formativa de la Didáctica Crítica, abordando el mapa mental como lenguaje visual y estrategia de enseñanza en la educación básica. La investigación se realizó en una escuela pública de Florianópolis/SC, Brasil. Se analizaron 42 producciones textuales de estudiantes en proceso de apropiación de la escritura, siendo 19 de primer año y 23 de tercer año. El objetivo fue comprender la internalización de este género textual por parte de los niños, diferenciándolo del mapa conceptual, cuya confusión es recurrente entre docentes y discentes. El análisis consideró el contexto pedagógico de mediación y lectura, anclado en prácticas intencionales orientadas por las profesoras participantes. Desde el punto de vista teórico y metodológico, el estudio se fundamentó en la Didáctica Crítica Decolonial, con base en Freire, Bazzo y Candau, y en una concepción dialógica de la alfabetización como práctica social de lenguaje, autoría y formación, conforme a lo elaborado por Soares, Kleiman y Mortatti. Los resultados indican que, cuando se inserta en situaciones dialógicas de aprendizaje, el mapa mental favorece la organización del pensamiento, la atribución de sentidos, el desarrollo de la autoría, el posicionamiento crítico y la ampliación de las prácticas de lectura y escritura. Se concluye que su uso intencional contribuye a una formación lectora y escritora más creativa, crítica e integrada a la construcción del conocimiento por parte de los sujetos.
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