Artigo: CORPOS INSURGENTES
Estratégias artísticas de resistência frente ao conservadorismo e ao capitalismo informacional
DOI:
https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.11174Palabras clave:
escultura, género, estética da resistência, envelhecimento femininol, capitalismo informacionalResumen
Este artículo analiza cómo prácticas artísticas contemporáneas desarrolladas por mujeres pueden funcionar como estrategias de resistencia frente al conservadurismo, la extrema derecha y el capitalismo informacional. A partir de autoras como Sontag, Butler, Beauvoir, Bordo y Han, se problematiza la construcción de la juventud como norma estética dominante y el envejecimiento femenino como símbolo de decadencia y exclusión. Metodológicamente, el trabajo combina análisis teórico con una propuesta práctica: un proyecto escultórico-performativo que aborda el envejecimiento como potencia simbólica. Se estudian obras de Louise Bourgeois, Kiki Smith, Sarah Lucas y ORLAN, que resignifican el cuerpo envejecido mediante estéticas del grotesco, lo abyecto y el humor. Como resultado, se observa que estas producciones tensionan el régimen visual hegemónico y proponen otras formas de existencia visibles. El trabajo culmina con una performance de autocoronación y una instalación final que incorporan el deterioro de los materiales como metáfora del tiempo. La principal contribución de este estudio es proponer el arte como campo de disidencia visual, capaz de reinscribir el cuerpo envejecido en el espacio público y cuestionar las narrativas normativas de belleza, género y productividad.
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Citas
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