A autoconfrontação e seus usos no campo da linguística aplicada ao estudo do trabalho do professor

Autores

  • Carla Messias Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
  • Deivis Perez Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)

DOI:

https://doi.org/10.33871/22386084.2013.2.2.92-112

Resumo

Este artigo apresenta um estudo sobre o uso da autoconfrontação em pesquisas de Linguística Aplicada (LA) sobre o trabalho docente. A autoconfrontação foi criada por Faïta (1997) e aperfeiçoada por Clot (2006) no contexto da Clínica da Atividade. Trata-se de dispositivo que busca captar os múltiplos discursos em torno de um ofício e favorecer sua transformação pelos trabalhadores. Optamos por abordagem qualitativa de pesquisa e realização da análise documental dos resumos de teses, dissertações e artigos produzidos no Brasil (1987 a 2011) disponíveis no site da CAPES. Os resultados apontam que a autoconfrontação é usada de modo fragmentado nos estudos de LA que examinam o trabalho docente, ao servir prioritariamente para recolha de dados e ao conferir menor ênfase para a transformação do processo laboral.

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Publicado

2020-10-06

Como Citar

MESSIAS, Carla; PEREZ, Deivis. A autoconfrontação e seus usos no campo da linguística aplicada ao estudo do trabalho do professor. Revista Educação e Linguagens, [S. l.], v. 2, n. 2, p. 92–112, 2020. DOI: 10.33871/22386084.2013.2.2.92-112. Disponível em: https://periodicos.unespar.edu.br/revistaeduclings/article/view/6349. Acesso em: 9 jan. 2026.