Detención injusta y reconocimiento facial en la telenovela “Vai na Fé”: epistemicidio, alterocidio y experiencia estética

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DOI:

https://doi.org/10.33871/nupem.2026.18.44.11557

Palabras clave:

Reconocimiento, detención injusta, racismo estructural, experiencia estética, “Vai na Fé”

Resumen

Este artículo analiza la representación de la detención injusta por fallos en el reconocimiento facial en la telenovela “Vai na Fé” (Rede Globo, 2023), tomando como objeto de análisis la trayectoria de Yuri, un joven negro y estudiante de Derecho. El objetivo es comprender cómo la ficción televisiva elabora estéticamente esa experiencia, a partir de categorías analíticas como mediaciones culturales, mediatización, epistemicidio, dispositivo de racialidad y alterocidio. La metodología es cualitativa e interpretativa, con análisis narrativo de escenas seleccionadas en capítulos en que el personaje es afectado por fallos en el reconocimiento facial, abarcando desde la primera detención injusta hasta los desdoblamientos de la segunda detención. Los resultados indican que la telenovela opera como espacio de disputa simbólica, tensionando discursos hegemónicos e inscribiendo la experiencia racializada de la injusticia en el campo de lo sensible y lo cotidiano.

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Publicado

2026-08-11

Número

Sección

Dossier «Lenguaje, sociedad y minorías sociales»