Princesas para vender
estética y capitalización en la marca Disney
DOI:
https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.11647Palabras clave:
Disney, Princesas, Feminidad, MercancíaResumen
A lo largo de su historia centenaria, Walt Disney ha construido una constelación de personajes femeninos conocidos como “Princesas Disney”, que representan distintos modelos de feminidad de acuerdo con los valores socioculturales de sus respectivas épocas. Estas figuras animadas trascienden el entretenimiento, al integrarse en estrategias de mercadotecnia que amplían su circulación simbólica y material. A partir del análisis de la construcción de estas personajes, de sus transformaciones a lo largo de las décadas y de la creación de la franquicia Disney Princesas – con especial énfasis en su presencia en películas, productos licenciados y campañas publicitarias –, este artículo investiga cómo tales figuras actúan en la normalización de patrones de belleza y feminidad. Para ello, se examina el papel de Disney en la producción y comercialización de estas imágenes, incluyendo la creación de productos como ropa, juguetes y cosméticos, que refuerzan ideales de género asociados a la marca. El enfoque articula estudios culturales, teoría de género y análisis del discurso mediático.
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