Artigo: EXPERIÊNCIA, AUTORRECUPERAÇÃO, ESCRIVIVÊNCIAS E COLETIVIDADE

A PRÁXIS DAS PEDAGOGIAS FEMINISTAS NA ARTE E TECNOLOGIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.11306

Palavras-chave:

Arte e Tecnologia, Pedagogias feministas, Videoperformance, Mediação social, Coletividade

Resumo

Inserido no âmbito das reflexões sobre arte e tecnologia como mediação social, este artigo propõe a observação da arte contemporânea enquanto espaço privilegiado para a formação social, quando fundamentada nos Estudos de Gênero e Feminismos e na perspectiva crítica de CTS - Ciência, Tecnologia e Sociedade. Com o objetivo de construir saberes compartilhados para o desenvolvimento de pensamento crítico, apresenta-se uma proposição sobre a experiência, a escrevivência, a autorrecuperação e a coletividade, os conceitos presentes, respectivamente, nas obras de Cecília Sardenberg (2007), bell hooks (2019), Conceição Evaristo (2017), e Julieta Paredes (2020), articulados a práxis das pedagogias feministas como metodologias transformadoras em artes visuais. Neste viés, o estudo apresenta as produções desenvolvidas pela Coletiva Terra Femini, grupo de pesquisa que atua na produção artística mediada por tecnologias, especialmente na linguagem da videoperformance, visando apontar como tais ações, quando fundamentadas na educação como prática da liberdade, podem estimular processos de transformação, resistência e re-existencia. 

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Biografia do Autor

Venise Paschoal de Melo, UFMS

Doutora em Tecnologia e Sociedade pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná/UTFPR (2017), Mestra em Estudos de Linguagens pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS (2008), Especialista em Imagem e Som pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS (2001), Bacharel em Artes visuais pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS (1997). Atualmente é professora Associada da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS, atuante na Faculdade de Artes, Letras e Comunicação/FAALC no curso de graduação em Artes Visuais/Bacharelado. É líder do Grupo de Pesquisa Arte Tecnologia e Sociedade (UFMS/CNPq) nas linhas: Arte, Tecnologia e Decolonialidade (Entre Nós) e Arte, Tecnologia e Feminismo (Terra Femini), coordena o Projeto de Pesquisa intitulado "A produção em arte e tecnologia como mediação social" (PROPP/UFMS) e também o Projeto de Extensão: MADi: Mostra de Arte Digital (PROECE/UFMS). É membra da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias - ESOCITE desde 2013.

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Publicado

2026-03-30