Saber-poder médico: un análisis discursivo de noticia sobre la autorización de los farmacéuticos para prescribir medicamentos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33871/nupem.2026.18.44.10681

Palabras clave:

Saber-poder médico, análisis arqueogenealógico, gubernamentalidad, Resolución CFF n. 5/2025, disputas profesionales

Resumen

Este artículo tiene como objetivo analizar discursivamente la noticia titulada “Nova norma permite que farmacêuticos prescrevam medicamentos, incluindo os controlados; entenda” (Carvalho, 2025), a la luz del análisis arqueogenealógico del discurso. La metodología de investigación moviliza conceptos como enunciado, formación discursiva y gubernamentalidad, articulados con el fin de comprender cómo las estructuras de saber-poder legitiman o impugnan las jurisdicciones profesionales. Los resultados obtenidos evidencian, entre otros aspectos, que la norma desestabiliza la formación discursiva biomédica hegemónica al introducir una contranarrativa sustentada en términos como Farmacia Clínica y especialización mediante RQE, redefiniendo quién posee la autoridad sobre el cuerpo biológico.

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Fontes

CARVALHO. Júlia. Nova norma permite que farmacêuticos prescrevam medicamentos, incluindo os controlados; entenda. Jornal Opção Tocantins, 20 mar. 2025. Disponível em: https://encurtador.com.br/Qmlv. Acesso em: 08 jul. 2026.

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Publicado

2026-08-11