De la invención de la identidad por el Estado-nación a la noción de singularidad
DOI:
https://doi.org/10.33871/nupem.2026.18.43.10622Palabras clave:
Identidad, Estado-nación, singularidadResumen
Basado en el marco conceptual de la Filosofía Política de la Diferencia, este artículo se propone comprender cómo las identidades se constituyen como herramientas para erigir controles y sujeciones sobre los cuerpos sometidos a mecanismos de captura. Se analiza el proceso de producción de sujetos por parte del Capitalismo Mundial Integrado, cuyo principal instrumento para la operación de su máquina de captura es la figura del Estado-nación, que funciona como un fantasma en un techo político, sujetando los cuerpos a cadenas de significación y a circuitos específicos de afecto con el objetivo de inventar identidades y determinar formas de vida. Frente a este proceso maquínico, se plantean movimientos de superación de los mecanismos de captura y de las identidades inventadas por los Estados-nación a partir del concepto de singularidad, haciendo posible la experimentación de modos directos de presencia y expresión capaces de ensayar procesos de desacoplamiento de los cuerpos de la captura que se les impone.
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