Constitución de sujetos masculinos homosexuales en Twitter: pedagogías en las huellas del discurso
DOI:
https://doi.org/10.33871/nupem.2026.18.43.10538Palabras clave:
Twitter, homosexualidad masculina, discurso, cuerpo, educaciónResumen
El artículo presenta parte del análisis de una investigación en el campo de la educación, cuyo foco central fue el rastreo de discursos que operan sobre los cuerpos de sujetos homosexuales masculinos en la red social Twitter. Se adoptó un marco foucaultiano para comprender los discursos y sus efectos sobre las subjetividades a partir del ejercicio de las relaciones sabe-poder. La navegación por Twitter se orientó a la búsqueda de enunciaciones, recopilando tuits vinculados a los discursos de la sexualidad y la medicalización, y analizando cómo estos han venido funcionando para educar modos específicos de pensar el cuerpo, la masculinidad y la homosexuali-dad, en tiempos de sexualidades ciborg y de una presencia significativa de Internet en la vida cotidiana. De este modo, se sostiene que, a través de Twitter, se habla extensamente sobre el cuerpo y la sexualidad mediante estrategias de exposición de prácticas y deseos, así como de control de sí y de los otros, utilizando los recursos propios de la red social (publicar, dar “me gusta”, comentar y compartir).
Descargas
Citas
AGUIÃO, Silvia. “Não somos um simples conjunto de letrinhas”: disputas internas e (re)arranjos da política “LGBT”. Cadernos Pagu, n. 46, p. 279-310, jan./abr. 2016.
AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Editora Jandaíra, 2020.
ALÓS, Anselmo Peres. Corpo infectado/corpus infectado: aids, narrativa e metáforas oportunistas. Estudos Feministas, v. 27, n. 3, p. 1-11, 2019.
ANTUNES, Arnaldo. Qualquer. In: ANTUNES, Arnaldo. Qualquer. Rio de Janeiro: Biscoito Fino, 2006, faixa 4.
BRASIL. Acesso à internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). Brasília: IBGE, 2023.
BUTLER, Judith. Corpos em aliança e a política das ruas: notas para uma teoria performativa de assembleia. São Paulo: Editora José Olympio, 2018b.
BUTLER, Judith. Problemas de gênero. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 2012.
BUTLER, Judith. Quadros de guerra. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 2018a.
CABRAL, Cláudio. “Tenho mais cadastro em farmácias do que em baladas”: rastros de discursos medicalizantes em enunciados de sujeitos homossexuais masculinos no Twitter. 218f. Doutorado em Educação pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Juiz de Fora, 2023.
CAMOZZATO, Viviane Castro. Sociedade pedagógica e as transformações nos espaços-tempos do ensinar e do aprender. Em Aberto, v. 31, n. 101, p. 107-119, jan./abr. 2018.
CAMOZZATO, Viviane Castro; COSTA, Marisa Vorraber. Vontade de pedagogia – pluralização das pedagogias e condução de sujeitos. Cadernos de Educação, n. 44, p. 22-44, mar./abr. 2013.
COLLINS, Patricia Hill. Se perdeu na tradução? Feminismo negro, interseccionalidade e política emancipatória. Parágrafo, v. 5, n. 1, p. 8-17, jan./jun. 2017.
COLLINS, Patricia Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo, 2020.
DANTAS, Jurema Barros. Tecnificação da vida: uma discussão sobre o discurso da medicalização da sociedade. Fractal: Revista de Psicologia, v. 21, n. 3, p. 563-580, set./dez. 2009.
FISCHER, Rosa Maria Bueno. O estatuto pedagógico da mídia: questões de análise. Educação & Realidade, v. 22, n. 2, p. 59-80, jul./dez. 1997.
FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2016.
FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I: a vontade de saber. Rio de Janeiro: Edições Graal, 2011.
LARROSA, Jorge Bondía. Tremores: escritos sobre a experiência. Belo Horizonte: Autêntica, 2014.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.
MARTINS, Raimundo. Pensando com imagens para compreender criticamente a experiência visual. In: ASSIS, Henrique Lima; RODRIGUES, Edvânia Braz Teixeira (Orgs.). Educação das artes visuais na perspectiva da cultura visual: conceituações, problematizações e experiências. Goiânia: Kelps, 2011, p. 19-38.
MISKOLCI, Richard. Desejos digitais: uma análise sociológica da busca por parceiros online. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
PRECIADO, Paul. Um apartamento em Urano: crônicas da travessia. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
RODRÍGUEZ, Pablo Esteban. Espetáculo do dividual: tecnologias do eu e vigilância distribuída nas redes sociais. In: BRUNI, Fernanda et al. (Orgs.). Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem. São Paulo: Boitempo, 2018, p. 181-198.
SALES, Shirlei Rezende. Tecnologias digitais e juventude ciborgue: alguns desafios para o currículo do Ensino Médio. In: DAYRELL, Juarez; CARRANO, Paulo; MAIA, Carla Linhares (Orgs.). Juventude e Ensino Médio: sujeitos e currículos em diálogo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014, p. 229-248.
SILVA, Luiza Cristina Silva; SALES, Shirlei Rezende. “Aquele tesão repentino por si mesma”: currículo da nudez autoexposta na produção de sexualidades e gênero na sociedade contemporânea interconectada. In: PARAÍSO, Marlucy Alves; CALDEIRA, Maria Carolina Silva (Orgs.). Pesquisas sobre Currículos, Gêneros e Sexualidades. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2018, p. 279-298.
TIC DOMICÍLIOS. Pesquisa TIC Domicílios: resumo executivo. Brasília: Nic.br; Cetic.br; CGI.br, 2023.
VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula Machado; BERTONCELLO, Valdecir. Sobre o conceito de redes sociais e seus pesquisadores. Educação e Pesquisa, v. 41, n. 4, p. 863-881, 2015.
ZENHA, Luciana. Redes sociais online: o que são as redes sociais e como se organizam? Caderno de Educação, v. 1, n. 49, p. 19-42, 2018.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Cláudio Orlando Gamarano Cabral, Roney Polato de Castro

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
