Perspectivas da Forma-Pensamento – Gelassenheit Aplicações e Experimentações em Atividades Criativas Cognitivo-Ecológicas

Autores

  • Luzilei Aliel Universidade de São Paulo
  • Damián Keller NAP, Universidade Federal do Acre e Instituto Federal do Acre
  • Silvio Ferraz Universidade de São Paulo

Resumo

Neste ensaio focamos as formas-pensamento que embasam o conceito de Gelassenheit (HEIDEGGER, 1966) nas práticas criativas fundamentadas na cognição ecológica. Heideggercategoriza as formas-pensamento em dois casos: o pensamento calculista e o pensamento meditativo. No primeiro a tecnologia é usada como um fetiche. No segundo o pensamento humano procura transcender suas limitações através da incorporação de eventos imprevistos. Descrevemos e discutimos projetos artí­sticos multimodais recentes, em particular, as peças Markarian 335 e Lyapunov Time. Com base nas anotações de Heidegger, sugerimos contribuições para a incorporação dos instrumentos acústicos nas práticas cognitivo-ecológicas, utilizando o inexpressável para provocar desafios aos processos de estruturação musical.

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Biografia do Autor

Luzilei Aliel, Universidade de São Paulo

Atualmente doutorando em processos criativos na Universidade de São Paulo (2018), sobre a orientação do Dr. Silvio Ferraz. Possui experiência em artes e tecnologia, com ênfase na composição algorí­tmica, instalações multimodais, comprovisação (composição + improvisação) e educação musical. Pesquisa sistemas complexos sócio-ecológicos e sua relação com os processos tecnológicos que envolvem a arte. Desenvolve um projeto de pesquisa sobre música ubí­qua, ecologia sonora, paisagens sonoras, composição algorí­tmica. Integra a equipe de pesquisa do NuSom (Núcleo de Pesquisa em Sonologia) sediada no Departamento de Música da ECA / USP. Integra a equipe de pesquisa do NEAC (Núcleo de Engenharia de Áudio e Codificação Sonora) sediada no Departamento de Engenharia da POLI/USP. E-mail: luzaliel@usp.br

Damián Keller, NAP, Universidade Federal do Acre e Instituto Federal do Acre

É professor associado na Universidade Federal do Acre. Pesquisador ní­vel 2 do CNPq, coordena o Núcleo Amazônico de Pesquisa Musical (NAP) desde 2003. Sua produção foca nas práticas criativas cognitivo-ecológicas e na música ubí­qua, e abrange mais de 150 publicações cientí­ficas, 20 projetos editoriais e múltiplos projetos artí­sticos financiados por agências de fomento do Brasil e dos EUA. Ele é membro e cofundador do Grupo de Música Ubí­qua. E-mail: dkeller@ccrma.stanford.edu

Silvio Ferraz, Universidade de São Paulo

É compositor, professor titular de composição da Universidade de São Paulo. Doutor em semiótica pela PUC-São Paulo; pesquisador FAPESP e PQ-1B do CNPQ. Autor de Música e Repetição: a questão da diferença na música contemporânea, Livro das Sonoridade diversos artigos sobre composição musical e aspectos conceituais da música contemporânea, tendo por base o pensamento do filósofo de Gilles Deleuze. Neste campo, em 2013 seu artigo "La formule de la Ritournelle" foi publicado no livro "Deleuze: la pensée Musique" (CDMC-Paris), dedicado í  relação entre o pensamento do filósofo e a música. Estudou composição com Brian Ferneyhough, Willy Correa de Oliveira e Gérard Grisey. Suas obras tem recebido interpretação de grupos especializados na música contemporânea experimental como Arditti String Quartet, Camerata Aberto, Nash Ensemble, Abstrai Ensemble, Smith Quartet e Iktus Ensemble, dentre outros. Atualmente desenvolve pesquisa que toma a fisicalidade e temporalidade concreta do instrumento musical como fundamento composicional. E-mail: silvioferrazmello@gmail.com

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Publicado

01.09.2018

Como Citar

Aliel, L., Keller, D., & Ferraz, S. (2018). Perspectivas da Forma-Pensamento – Gelassenheit Aplicações e Experimentações em Atividades Criativas Cognitivo-Ecológicas. Revista Vórtex, 6(2). Recuperado de https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/article/view/2617

Edição

Seção

Artigos | Dossiê "Ubimus"