Imagem e texto: CHAMEGO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.11961

Palavras-chave:

materialidade, corpo, permanência, incontível , politicidade

Resumo

O corpo gordo queer vive em dois extremos: o hiper sexualizado e o rejeitado. A relação homoafetiva em minha própria identidade queer me levou a questionar o papel dos arquétipos de gênero em minha relação com corpo. O abraço à energia feminina no corpo queer compõe-se nas cores rosa, roxo, lilás e dourado e mostra corpos masculinos um momento íntimo de ternura. 

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Biografia do Autor

Pedro Ramos de Lemos, Faculdade Santa Marcelina

Artista plástico.

Referências

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Publicado

2026-03-30