ENTREVISTA COM BRUNA KURY
DOI:
https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.11855Palavras-chave:
Bruna Kury, performance, anarcotransfeminismo, anticolonialidadeResumo
A entrevista apresenta a trajetória e o pensamento de Bruna Kury, artista anarcatransfeminista cuja prática articula performance, escultura e experimentações sensoriais como estratégias de resistência anticolonial. A conversa mapeia sua produção desde o Coletivo Coiote até trabalhos recentes como Veneno e Antídoto, deslocando a noção de “cura” para a de “alquimia”. Kury propõe processos de transformação que operam por meio de sensorialidades e resgates ancestrais, recusando soluções fechadas e investindo na reorganização do caos. Vivendo atualmente em Barcelona, a artista pensa o corpo trans, negro e migrante como espaço de deslocamento e reexistência diante da necropolítica.Downloads
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Referências
KURY, Bruna. A póspornografia como arma contra a maquinaria da colonialidade. Selo Monstruosas e ed. Fera Livre (2020). texto em espanhol: https://hysteria.mx/la-pospornografia-como-arma-contra-la-maquinaria-colonial/
KURY, Bruna; CAPELOBO, Walla. Desejo que sobrevivamos pois já sobrevivemos #black #travestchy #prosperity. Blog GLAC Edições (2020) https://www.glacedicoes.com/post/desejo-que-sobrevivamos-pois-ja-sobrevivemos-bruna-kury-e-walla-capelobo
KURY, Bruna. DESCONSTRUIR SEM FETICHIZAR ou como destruir a estrutura do prazer hegemonizado. Projeto Vulgar (2020)
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Publicado
2026-03-30
Edição
Seção
Corpo Território
Licença
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