Artigo: POR UM FEMINISMO DESCOLONIAL NAS PRÁTICAS CONCEITUALISTAS LATINO-AMERICANAS

Coletivos Mujeres Públicas e Mujeres Creando

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.11341

Palabras clave:

gênero, colonialidade, conceitualismos, Mujeres Creando, Mujeres Públicas

Resumen

Resumen: El presente artículo articula reflexiones sobre la colonialidad de género, las prácticas conceptualistas latinoamericanas y las violencias sociales a partir de las producciones de dos colectivos artísticos feministas: Estampita (2004), del colectivo argentino Mujeres Públicas, y La Virgen Barbie (2010), del colectivo boliviano Mujeres Creando. Para ello, investigamos cómo estos colectivos activan en el espacio público contradiscursos frente a los órdenes de poder hegemónicos derivados de las imposiciones occidentales en estos contextos. A partir de las formulaciones de género de Joan Scott (2019) y de las contribuciones del feminismo descolonial de María Lugones (2014) y Yuderkys Espinosa Miñoso (2020), analizamos cómo determinados trabajos movilizan estrategias conceptualistas para tensionar estructuras patriarcales, raciales, coloniales y capitalistas. Los colectivos estudiados amplían el alcance de las prácticas artísticas al articular activismo y arte, proponiendo una producción atravesada por los conflictos de los órdenes sociales y que denuncia, en el espacio público, las alianzas entre colonialidad, moralidad religiosa, capitalismo y control de los cuerpos. De este modo, tales trabajos expanden el campo del arte feminista y descolonial latinoamericano al reivindicar prácticas de resistencia anticapitalista y anticolonial.

Palabras clave: Género; Colonialidad; Conceptualismos; Mujeres Creando; Mujeres Públicas.

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Biografía del autor/a

Deborah Moreira de Oliveira, UFES

Deborah Moreira é Doutoranda em Teorias e Processos Artísticos-Culturais pelo Programa de Pós-Graduação em Arte da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGA-UFES). Atua como artista, pesquisadora e professora. É mestra em Artes pela Universidade Federal do Espírito Santo e licenciada em Artes Visuais pela mesma instituição. Desenvolve pesquisa sobre arte, política e gênero na América Latina, com ênfase em práticas artístico-ativistas e perspectivas feministas e descoloniais. Reside em Vitória, Espírito Santo, Brasil.

Fabiana Pedroni, Secretaria de Estado de Educação do Espírito Santo (SEDU)

Fabiana Pedroni é doutora em Artes pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) e arte-educadora e educadora na Secretaria de Estado de Educação do Espírito Santo. Desenvolve pesquisa na área de Arte Educação, sobre livros ilustrados e na área de História das Imagens, com foco em memória, território e anticolonialismo. Atua também como artista, crítica e escritora. Redatora do site Nota Manuscrita (notamanuscrita.com). Reside em Vitória, ES, Brasil.

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Publicado

2026-03-30