Artigo: CORPOS INSUBMISSOS

PRÁTICAS ESCULTÓRICAS FEMINISTAS NO CONTEXTO DA SOCIEDADE PATRIARCAL CAPITALISTA BRASILEIRA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.11326

Palabras clave:

Prática de si, Corpo-escultórico, Escultura, Feminismos, Mulheres artistas brasileiras

Resumen

En este artículo nos centramos en el campo de la escultura contemporánea para reflexionar sobre la obra de dos artistas brasileñas: Marta Strambi, de São Paulo, e Isabela Picheth, de Paraná. Desde una perspectiva feminista, reflexionamos sobre el protagonismo femenino en las artes visuales en el contexto latinoamericano, analizando las estrategias artísticas utilizadas por estas artistas para enfrentarse a concepciones simbólicas capitalistas patriarcales, como la ruptura de nociones idealizadas y universalizantes asociadas a la representación del cuerpo femenino, la mirada crítica al mito de la belleza estándar y la creación de otras formas de presentar el cuerpo de las mujeres en la escultura con el uso de materiales blandos no tradicionales, como el silicón pigmentado.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Isabela Picheth De Marco, UDESC

Artista visual, pesquisadora, professora e coordenadora de projetos culturais em artes visuais. Doutoranda na linha de processos do PPGAV na UDESC, mestra também em processos no PPGARTES na UNESPAR (2023) e bacharel em superior de pintura pela UNESPAR(2019). Pesquisa o corpo dentro de práticas escultóricas, produzindo peças em diversos materiais através do molde do próprio corpo. Partindo de uma abordagem feminista, investiga processos de fragmentação e repetição a partir do molde, permeados por questões como estranhamento, sexualidade e erotismo. É integrante do coletivo Grupo Em-cadeia, Ponto de Cultura desde 2024. Curitiba/PR, Brasil. 

Silvana Barbosa Macêdo, UDESC- Universidade Estadual de Santa Catarina

Artista visual, doctora en Bellas Artes por la Universidad de Northumbria, Reino Unido (2003), posdoctorado en la Universidad de Caxias do Sul (2005) y en el Programa de Posgrado en Letras y Artes de la Universidad Estatal de Amazonas, PPGLA/UEA (2023). Investiga sobre feminismos contra/anti/de(s)coloniales, ecofeminismos y el diálogo entre el arte, la biología y la ecología. Profesora titular del Departamento de Artes Visuales, donde imparte clases de pintura y multimedia, y del Programa de Posgrado en Artes Visuales, PPGAV-UDESC, donde imparte la asignatura Arte Contemporáneo y Feminismos. Junto con la profesora Dra. Sandra Favero, coordina el Grupo de Investigación Articulações Poéticas, CNPq/UDESC. Correo electrónico: silvana_b_macedo@hotmail.com Lattes: http://lattes.cnpq.br/5051256206177575

Citas

BALISCEI, J. P. Abordagem histórica e artística do uso das cores azul e rosa como pedagogias de gênero e sexualidade. Revista Teias, Rio de Janeiro, v.21, p. 223-244, 2020.

BAUDRILLARD, J. A sociedade de consumo. Lisboa, Edições 70 Ltda, 2021.

BEAUVOIR, S. DE. O segundo sexo: a experiência vivida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.

CARNEIRO, S. Mulheres em movimento: contribuições do feminismo negro. In: HOLANDA, H.B. Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar dos Tempos, 2019.

FAJARDO-HILL, C.; GIUNTA, A. Mulheres radicais: arte latino-americana, 1965-1980. São Paulo: Pinacoteca de São Paulo, 2018. 384P. Catálogo de exposição.

FEDERICI, S. Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. Tradução coletivo Sycorax- 2. Ed. – São Paulo: Elefante, 2023.

FOUCAULT, M. História da sexualidade 3: cuidado de si. Rio de Janeiro/ São Paulo: Paz e Terra, 2019.

GIUNTA, A. A virada iconográfica: a desnormalização dos corpos e sensibilidades na obra de artistas latino-americanas. In: FAJARDO-HILL, C.; GIUNTA, A. Mulheres radicais: arte latino-americana, 1965-1980. São Paulo: Pinacoteca de São Paulo, 2018. p. 29-34

GONZÁLEZ, L. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: HOLANDA, H.B. Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar dos Tempos, 2019.

HESSEL, K. A história da arte sem os homens. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2024.

HOOKS, B. O feminismo é para todo mundo. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2024.

KRISTEVA, Julia. Powers of Horror. An essay on abjection. Nova Iorque: Editora Columbia University Press, 1982.

LIPPARD, L. From the center: feminist essays on women’s art. New York: EP Dutton, 1976.

MAYER, M. Arte feminista e “artivismo” na América Latina: um diálogo entre três vozes. In: FAJARDO-HILL, C.; GIUNTA, A. Mulheres radicais: arte latino-americana, 1965-1980. São Paulo: Pinacoteca de São Paulo, 2018. p. 37-41.

NASCIMENTO, B. A mulher negra no mercado de trabalho. In: HOLANDA, H.B. Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar dos Tempos, 2019.

NOCHLIN, L. Por que não houve grandes mulheres artistas? SP: edições aurora, 2016.

PELEGRINI, M.; RAGO, M. Neoliberalismo, feminismo e contracondutas: perspectivas foucaultianas. São Paulo: Intermeios, 2019.

POLLOCK, G. Vision and Difference: Feminism, Femininities and the Histories of Art (1988; edição clássica com novo prefácio). Londres: Routledge, 2003.

RAMIREZ, M. C. Táticas para viver da adversidade. O conceitualismo na América Latina. Arte & Ensaios, Rio de Janeiro, n. 15, 2007

STRAMBI, Marta Luiza. Corpos em silicone: uma escultura derivada. 2000. 251f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Artes, Campinas, SP.

TRIZOLI, Talita. Atravessamentos Feministas: um panorama de mulheres artistas no Brasil dos anos 60/70. In: Fazendo a si mesma. Tese (Doutorado em Educação), USP, 2018, p.51-166.

TVARDOVSKAS, L. Dramatização dos corpos: arte contemporânea e crítica feminista no Brasil e na Argentina. São Paulo: Intermeios, 2015.

WOLF, N. O mito da beleza: como as imagens de beleza são usadas contra as mulheres. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2025.

Publicado

2026-03-30