CORPOS VIRTUAIS EM REALIDADE AUMENTADA NA ARTE CONTEMPORÂNEA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.12249

Palavras-chave:

Realidade Aumentada, virtualidade, arte digital, corpo virtual

Resumo

O presente artigo investiga como a realidade aumentada é usada como ferramenta de representação e simulação de corpos, assim como autorrepresentação, na arte contemporânea, destacando a obra de Martina Menegon, que utiliza escaneamentos 3D, glitches e esculturas virtuais para explorar identidades híbridas entre corpo físico e avatar. Articulando referências como Sherry Turkle e Tina Sauerländer, o artigo situa Menegon em uma história da autorrepresentação digital que vai das experimentações eletrônicas dos anos 1970 aos mundos virtuais e redes sociais. Em outro exemplo desta utilização da realidade aumentada, trazemos o trabalho de Masaki Fujihata, cuja obra BeHere/1942 utiliza RA para reconstruir experiências históricas dos nipo-americanos, demonstrando o potencial da tecnologia para reconfigurar a memória coletiva de modo poético, descrevendo como RA e virtualidade expandem a presença, a identidade e os modos de interação no contexto artístico contemporâneo.

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Biografia do Autor

Jack de Castro Holmer, Unespar - Universidade Estadual do Paraná

Jack de Castro Holmer é artista e pesquisador brasileiro que atua nas áreas de arte e tecnologia, com foco em vida artificial, robótica e poéticas tecnológicas. Suas obras exploram a interseção entre o físico e o virtual, desafiando conceitos como gravidade e materialidades do digital, e têm sido exibidas em eventos nacionais e internacionais como a Bienal de Arte Digital e o Harddiskmuseum. É Mestre em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná (2008) e Doutor em Design (na área de concentração: Design, Arte e Tecnologia) pela Universidade Anhembi Morumbi (2025).

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Publicado

2026-07-15

Edição

Seção

Artigos