Imagem e texto: CHAMEGO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.11961

Palavras-chave:

materialidade, corpo, permanência, incontível , politicidade

Resumo

O corpo gordo queer vive em dois extremos: o hiper sexualizado e o rejeitado. A relação homoafetiva em minha própria identidade queer me levou a questionar o papel dos arquétipos de gênero em minha relação com corpo. O abraço à energia feminina no corpo queer compõe-se nas cores rosa, roxo, lilás e dourado e mostra corpos masculinos um momento íntimo de ternura. 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Pedro Ramos de Lemos, Faculdade Santa Marcelina

Possui graduação em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina, São Paulo. É artista visual e tatuador no Studio 45. Sua abordagem artística consiste na pesquisa do corpo gordo e suas ramificações a partir de sua interseção com sexualidade, gênero, cor e espiritualidade perante a socialização de corpos em uma sociedade gordofobica. São Paulo, SP, Brasil.

Referências

GRIGOLIN, Fernanda. Edição 09. Jornal de Borda, 2024. Disponível em: https://fernandagrigolin.com/jornaldeborda/edicao-09/. Acesso em: 26 fev. 2026.

STUBS, Roberta; TEIXEIRA-FILHO, Fernando Silva; LESSA, Patrícia. Artivismo, estética feminista e produção de subjetividade. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 26, n. 2, e38901, 2018. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/server/api/core/bitstreams/035eaeef-737f-4746-8bec-67b310ae595d/content. Acesso em: 26 fev. 2026.

RIBEIRO, Vinicios Kabral. Engordurando a arte contemporânea: as imagens de Fernanda Magalhães. ComCiência, Campinas, n. 145, fev. 2013. Disponível em: https://comciencia.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-76542013000100008&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 26 fev. 2026.

Downloads

Publicado

2026-03-30 — Atualizado em 2026-04-06

Versões