ENSAIO REFLEXIVO NA FORMA DE UMA CARTA ABERTA AOS EDUCADORES DIANTE DAS QUESTÕES NO FEMININO/MASCULINO, (RE)VER, (RE)PENSAR E (RE)CRIAR E UMA POSSIVEL FORMA NO (PER)FORMAR
DOI:
https://doi.org/10.33871/sensorium.2026.13.11230Palavras-chave:
feminino/masculino, educar pelo espírito, (per)formar como respostaResumo
Diante de tempos de transformação evocar a Paulo Freire em uma de suas formas de expressar ideias como em uma carta que direciono a colegas, que como eu, se dedicam a educação, rever, reinventar, reusar como práticas necessárias para atingir um esperançar diante do lugar para mudanças essenciais e aproximar da liberdade tão desejada na construção de pensamentos futuros, diante de um tempo passado para o ajuste presente, revestir feminino/masculino para além do dual no gênero mulher/homem. O (per)formar como possível aflorar tensões diante de um mesmo e seu espirito para atingir e fruir no sensível. Entretanto sabemos do crucial tempo para ampliar e garantir espaço de falas, não nos esquecer por onde o poder se manifesta, diante de um estar pelo capital doentio para aproximar ao que poderá vir a ser um eco capital ao comum, transversal e igualitário para um lugar que ainda não existe e para um ser humano transformado.
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