O corpo como arquivo vivo:

memória e conhecimento sensível

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33871/21750769.2026.22.1.11653

Palabras clave:

Cognición incorporada, Cuerpo, Memoria, Conocimiento sensible

Resumen

La tradición cartesiana ha sido tensionada por enfoques contemporáneos que integran el cuerpo como elemento constitutivo de los procesos mentales, abriendo caminos importantes hacia una comprensión más sensible del ser humano y de sus experiencias. A partir del diálogo entre la cognición incorporada, las neurociencias y las artes, el texto busca reflexionar sobre el cuerpo como un archivo vivo que se actualiza constantemente. El objetivo de este artículo es reflexionar sobre cómo la memoria, en tanto proceso corporificado, se manifiesta y opera en forma de conocimiento sensible. La memoria, tratada aquí como un complejo proceso dinámico, afectivo y sensorio-motor, continuamente actualizado en el momento presente, se convierte en conocimiento incorporado, presentándose como experiencia sensible incluso antes de convertirse en palabra.

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Biografía del autor/a

Marcos Henrique Camargo Rodrigues, Universidade Estadual do Paraná

Especialista em História do Pensamento Contemporâneo (PUC-PR). Especialista em Economia e Sociologia (PUC-PR). Mestre em Comunicação e Linguagens (UTP). Doutor em Artes Visuais (IAR-UNICAMP). Pós-doutor pela Escola de Comunicação (UFRJ). Professor de Graduação de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade (UTP,). Professor de Graduação em Cinema e Audiovisual, Artes Cênicas, Música e Dança (Campus de Curitiba 2 Unespar). Professor de Pós-graduação stricto sensu do Mestrado Profissional em Artes (Campus de Curitiba 2. Pesquisador nas áreas de Filosofia, Estética e Semiótica.

Mayra Cristina Fernandes Almeida, Universidade Estadual do Paraná

Psicóloga pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), especialista em Análise Transacional e em Luto e Rompimento de Vínculos e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes) pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Sua pesquisa investiga como a experiência estética pode sustentar processos de formação e de cuidado na clínica psicológica, especialmente no trabalho com o trauma. Atua como psicóloga e supervisora clínica.

Publicado

2026-07-03

Cómo citar

Camargo Rodrigues, M. H., & Fernandes Almeida, M. C. (2026). O corpo como arquivo vivo: : memória e conhecimento sensível. O Mosaico, 22(1), 1–18. https://doi.org/10.33871/21750769.2026.22.1.11653

Número

Sección

Dossiê - Bloco III: Corpo como arquivo e campo sensível (memória, escuta, gesto)