O Corpo e as marcas:
práticas de dança como convites à alteridade
DOI:
https://doi.org/10.33871/21750769.2026.22.1.11740Palavras-chave:
Dança, Alteridade, Ensino, Criação, Corpos com DeficiênciaResumo
Este artigo reflete sobre os processos de ensino e criação em dança para corpos com deficiência,
em articulação com os saberes produzidos na universidade pública brasileira, especificamente no curso de
Licenciatura em Dança (UNESPAR – Campus de Curitiba II). O campo de pesquisa se refere às práticas
do projeto de pesquisa e extensão intitulado de Limites em Movimento: corpo em questão, junto ao contexto
da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP), âmbito em que são propostas aulas de dança de
forma continuada com o objetivo de promover autonomia, ampliar o repertório de movimentos e a
conscientização corporal. Utiliza-se uma metodologia cartográfica (Kastrup, 2015) que acompanha os
processos vividos, estabelecendo pistas e reflexões descritas no presente artigo, além de problematizadas
e coletivizadas. Para isso, a presente discussão é articulada com, e a partir de, noções de alteridade,
território e subjetividade de autoria de nomes como Christine Greiner, Suely Rolnik e Hubert Godard. Além
disso, esboçam-se diálogos com pesquisas recentes sobre arte, capacitismo e as barreiras atitudinais que
impedem a efetiva participação de pessoas com deficiência em ambientes voltados à experimentação e
criação artística, além de propor a fabulação
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