Contornos de esperança:
processos autoetnográficos em Arte-Educação, dança e a construção de um levante para a prática artístico-pedagógica
DOI:
https://doi.org/10.33871/21750769.2026.22.1.10976Palavras-chave:
Arte Educação, Dança, Escola, Levante, Práxis PedagógicaResumo
Este artigo científico perpassa pelas nuances das práticas artístico-pedagógicas deste autor, desenvolvidas com abordagem autoetnográfica e articuladas a outras leituras acadêmicas. Ao ocupar espaços nas escolas por meio da problematização da práxis e da instauração do levante, este trabalho nutre-se da história da Arte-Educação no Brasil, especialmente por meio da contextualização e idealização do tripé artístico-pedagógico (apreciação, contextualização e o fazer artístico) de Ana Mae Barbosa (2002). A discussão vigorou entre as ideias de Isabel Marques (1996) que promovem a Dança no contexto de uma educação contemporânea, à docência performativa descrita por Renata Roel (2019), sustentando a Arte-Educação como fio condutor para práticas emancipatórias. O estudo é contornado pelo livro Educação Contra a Barbárie: por escolas democráticas e pela liberdade de ensinar (2019) de um coletivo de autores que problematizam a educação brasileira, e pelo artigo Coreopolítica e Coreopolicia, de André Lepécki (2012). Os entrecruzamentos a partir destas diversas perspectivas demonstram e costuram a sistematização deste estudo, a partir das passagens sobre florescer de Gisele Onuki (2022) e à Pedagogia da Animação, de Nelson Carvalho Macellino (2010). A síntese entre estas diversas perspectivas demonstra as potências oriundas das fricções e ocupações poéticas e políticas que se manifestam nas práxis artísticas-pedagógicas. Os entrelaçamentos entre tantas ideais e autores acontece em Paulo Freire (2019) e as práticas dialógicas de pensar e fazer educação, demonstrando as potências oriundas de friccionar Arte e Educação e ocupar escolas com manifestações artísticas.
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