Um convite a uma leitura de corpo inteiro:

compromisso, fúria, dança e educação numa tese apaixonada

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33871/21750769.2026.22.1.10935

Palavras-chave:

Educação, Corpo, Dança, Formalismo

Resumo

A tese Formalismo Selvagem: artista-docente, dança e a solidariedade entre os discursos (2022), de Mabile Borsatto, apresenta uma escrita intensa e apaixonada que rompe com as convenções acadêmicas ao propor uma escrita-dança. A autora discute a domesticação dos corpos e propõe um formalismo selvagem que une dança, educação e vida, questionando hierarquias e formatos tradicionais. A tese valoriza a experiência do corpo em movimento, a escuta sensível e a coletividade como formas de resistência e criação. Através de provocações e pistas, Borsatto convida à leitura engajada, afetiva e comprometida com os contextos e os desejos. A escrita incorpora vozes diversas e evidencia o risco como potência pedagógica, inspirando práticas educativas mais livres, críticas e encarnadas. A presente resenha, alinhando-se aos convites da autora, recusa uma leitura objetiva e distante, optando por um corpo que lê, pensa, dança e sente. Mais que uma leitura crítica, trata-se de uma experiência transformadora.

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Biografia do Autor

Bruna Ramos Tomaz, Universidade Federal do Paraná

Mestranda e bolsista CAPES do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), vinculada à linha de pesquisa Linguagem, Corpo e Estética na Educação (LiCorEs). Membro do grupo de pesquisa Labelit Laboratório de Estudos em Educação, Linguagens e Teatralidades (UFPR/CNPq). Bacharela e Licenciada em Dança pela Universidade Estadual do Paraná (Unespar) campus de Curitiba II/Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Atua como professora substituta do componente curricular Arte na Rede Estadual de Ensino Público do Paraná (SEED-PR), trabalhando com turmas de Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

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Publicado

03-07-2026

Como Citar

Tomaz, B. R. (2026). Um convite a uma leitura de corpo inteiro: : compromisso, fúria, dança e educação numa tese apaixonada. O Mosaico, 22(1), 1–12. https://doi.org/10.33871/21750769.2026.22.1.10935