Caminhos para Geografia escolar “transversalizar” o Pensamento Computacional no Ensino Fundamental

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DOI:

https://doi.org/10.33871/23594381.2026.24.2.12366

Resumo

Com o advento da BNCC Computação (Base Nacional Comum Curricular para Computação), percebe-se a demanda por possibilidades metodológicas a fim de um diálogo transversal entre os vários componentes curriculares. O artigo propõe, que tais caminhos que possibilitam a relação entre o componente de Geografia e as propostas de inserção do Pensamento computacional, sejam caracterizados pelo aprendizado via resolução de problemas que são identificados no cotidiano. Adotou-se uma abordagem metodológica qualitativa, caracterizada como pesquisa bibliográfica e documental (Gil, 2002; Cellard, 2012). A pesquisa tem base em categorias (eixos e pilares) do Pensamento Computacional ligados a Educação (Wing, 2006) em função das habilidades do currículo de Geografia (Santos, 1996;Cavalcanti 1996; Callai, 2005; Moreira, 2012), bem como na transversalidade (Moran, 2018) impulsionada pelo conceito e aplicação da metodologia ativa (APB/PBL) de Aprendizado Baseado em Problemas (Farias, 2018; Sperandio et al., 2025; Pawson et al., 2006) com contribuições práticas na educação geográfica escolar de (Machado, 2018). Conclui-se que o aprendizado baseado em problemas é uma das formas de traçar caminhos para que a proposta de transversalidade seja efetiva para o professor, que pode buscar repertório nesta metodologia ativa, mas também levar uma maior aplicação das categorias geográficas à apreensão do aluno e que se chegue ao tão esperado raciocínio geográfico.

Palavras-chave: currículo, pensamento computacional, raciocínio geográfico, transversalidade.

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Publicado

2026-08-31