Campo Remoto/Campis Remotis: relato de uma experiência educativa emergencial como exercí­cio estético.

Autores

  • Deborah Alice Bruel Gemin UNESPAR

Palavras-chave:

ensino remoto, autonomia, formação de artistas, Artes Visuais, Campo Remoto

Resumo

O presente artigo consiste num relato do esforço conjunto empreendido pelas(os) docentes do curso de bacharelado em Artes Visuais do campus de Curitiba I - EMBAP / UNESPAR no sentido de encontrar uma saí­da para seguir com o ensino, a aprendizagem e a conversa da e em Artes Visuais frente à condição imposta de afastamento social, da suspensão de todas as atividades presenciais no campus e das precárias condições sanitárias e sociais que o paí­s e o mundo vivenciam desde iní­cios de 2020. O colegiado do curso de Artes Visuais compreendeu que era impossí­vel espelhar o modelo educativo convencional para o modelo remoto, e como artistas e pensadores das Artes nos lançamos ao desafio de transformar essa condição em terreno para trocas e experimentações estético-educativas, que sobretudo se debruçasse no fazer e no pensar artí­sticos mergulhados no presente contexto. Do enfrentamento desse desafio surgiu o Campo Remoto ou Campus Remotus, uma proposta artí­stico-educativa para o ensino remoto emergencial que não se furtou em proteger a formação do artista visual, sem abrir mão da humanidade.

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Biografia do Autor

Deborah Alice Bruel Gemin, UNESPAR

Artista, professora e pesquisadora em Artes Visuais. Com interesse em Instalações, site-especificity, crí­tica institucional, arte na américa latina

Referências

Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Artes Visuais, UNESPAR / Campus Curitiba I - EMBAP, 2019.

Duve, Thierry de. Fazendo escola (ou refazendo-a). Trad. Alexânia Ripoll. Chapecó : Argos, 2012. 345p.

CAMNITZER, Luis. Didáctica de la liberación: arte contemporáneo latinoamericano. Bogotá : Fundación Gilberto ílzate Avendaño - IDARTES, 2012.

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Publicado

2021-10-01

Edição

Seção

Dossiê Campo Remoto