Poéticas do Sentido:

compartilhamento de experiências no campo da acessibilidade em artes cênicas.

Autores

  • Daniella Forchetti Unicamp/ Instituto de Artes

Palavras-chave:

Acessibilidade, barreiras, artes cênicas, Dança, inclusão

Resumo

Arte e Acessibilidade é uma relação que cada vez mais está presente nos meios acadêmicos e, se faz necessário aprofundar sobre essas práticas compartilhadas. O recorte neste artigo é voltado especialmente para o campo das artes da cena, procurando reconhecer a criação de territórios comuns potenciais. Iniciamos esse processo falando sobre as barreiras que dificultam a viabilidade da acessibilidade, exemplificando um pouco sobre cada uma delas as realidades vividas em nosso dia a dia e no que se circunscreve a área das artes cênicas. As principais barreiras são: arquitetônica, comunicacional, atitudinal, social, instrumental, metodológica e programática. Vamos reconhecer oque já existe de direitos garantidos em nossa lei e normativas de forma geral para poder traçar novas possibilidades de acessibilidade no campo das artes cênicas. Ao final do artigo, pretendo compartilhar sobre as experiências poéticas no campo da acessibilidade cultural criadas pelo DiDanDa Grupo Experimental de Dança e sobre o espetáculo “Poéticas do Sentido”.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro, p.2. 2020. Disponível em: <https://www.caurn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/ABNT-NBR-9050-15- Acessibilidade-emenda-1_-03-08-2020.pdf>. Acesso em 18 de outubro de 2022.

AMARANTE, Paulo; LIMA, Ricardo (Coord.) Nada sobre nós sem nós. Rio de Janeiro:Laps, 2009. Disponível em: <http://www.cultura.gov.br/documents/10913/43697/nada-sobre-nos- sem-nos.pdf/1546353f-7bc7-4ac4-81e9-301b646c14e8>. Acesso em: 30 ago. 2015.

BRASIL, LEI no 13.146, de 6 de Julho de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm> Acesso em: 18 de Outubro de 2022.

CARLETTO, Ana Cláudia; CAMBIAGHI, Silvana. Desenho Universal: um conceito para todos. Disponível em <https://www.maragabrilli.com.br/wp- content/uploads/2016/01/universal_web-1.pdf> Acesso em: 01 de Março de 2019.

COSTA, Larissa Magalhães. Uma historiografia da audiodescrição como atividade e como objeto de estudo: práticas e estudos em relação. In: Audiodescrição em filmes: história, discussão conceitual e pesquisa de recepção. Rio de Janeiro, 2014, p. 25-55. Disponível em:<https://www.dbd.puc-rio.br/pergamum/tesesabertas/1012057_2014_cap_2.pdf> Acesso em: 18 de Outubro de 2022.

LEAL, Halina Macedo. A interseccionalidade como base do feminismo negro. Cadernos de Ética e Filosofia Política, v. 39, n.o 2/2021/ Dossiê II Encontro do GT Filosofia e Gênero/ Página 32, Disponível em: <https://www.revistas.usp.br/cefp/article/view/193639/178687> Acesso em: 18 de Outubro de 2022.

LOSCHI, Marília. Pessoas com Deficiência: adaptando espaços e atitudes. Agência IBGE Notícias. 2019. Disponível em <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012- agencia-de-noticias/noticias/16794-pessoas-com-deficiencia-adaptando-espacos-e-atitudes> 01 de Abril de 2019.

SASSAKI, Romeu Kazumi. Nada sobre nós, sem nós: Da integração à inclusão – Parte 2. Revista Nacional de Reabilitação, ano X, n. 58, set./out. 2007, p.20-30.

SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: acessibilidade no lazer, trabalho e educação. Revista Nacional de Reabilitação (Reação), São Paulo, Ano XII, mar./abr. 2009, p. 10-16.

Downloads

Publicado

2022-12-16