O EDITOR NÔMADE

O PROCESSO DE EDIÇÃO DE VÍDEO ENQUANTO PRÁTICA COREOGRÁFICA PERMEADA POR UMA LÓGICA DA ERRÂNCIA

Autores

  • Iago Roger Giehl
  • Rosemeri Rocha da Silva

Palavras-chave:

edição, coreografia, criação

Resumo

Pensar a edição de vídeo como um processo coreográfico pode ampliar o processo do editor e trazer novos modos de olhar para essa ferramenta. A interdisciplinaridade de assuntos de diferentes campos das Artes permite novos olhares que podem transformar e ampliar a noção de alguns de seus processos. A partir de uma lógica da errância, de um editor enquanto nômade no seu processo, esse artigo busca um olhar sobre a edição enquanto modo coreográfico. O que pode mudar no seu processo e consequentemente no seu resultado, se trabalhar as imagens enquanto frases coreográficas? Esse artigo busca refletir e possibilitar esse olhar entrecruzado dessas práticas artísticas.

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Biografia do Autor

Iago Roger Giehl

Mestrando em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Estadual do Paraná/Campus de Curitiba II – PPGARTES. Bacharel e Licenciado em Dança pela mesma instituição.

Rosemeri Rocha da Silva

Doutora e Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia. Docente do colegiado do curso de Licenciatura e Bacharelado em Dança desde 1996 da Universidade Estadual do Paraná/FAP, atualmente diretora do Centro de Artes. Faz parte do colegiado do Mestrado Profissional em Artes. Coordena o Grupo artístico e Projeto de Extensão: UM - Núcleo de Pesquisa Artística em Dança da UNESPAR

Referências

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Publicado

2022-07-20