A FREQUÊNCIA EM MUSEUS DE ARTE POR ESTUDANTES DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS E O PODER SIMBÓLICO

Autores

  • Jade Katchiri Brusco Gomes Faculdade de Artes do Paraná/UNESPAR

Palavras-chave:

Arte, frequência em museus de arte, poder simbólico

Resumo

Este artigo tem como objetivo identificar como a frequência em museus de arte aprimora a formação artí­stica e cultural do(a) estudante da Licenciatura em Artes Visuais e amplia, contribui e determina suas relações no campo artí­stico e fora dele. Para tanto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre o sistema simbólico e o campo artí­stico, baseada principalmente na teoria de Pierre Bourdieu. Posteriormente foi realizada uma pesquisa de campo, com dois grupos focais formados por estudantes do quarto ano da Licenciatura em Artes Visuais do Campus de Curitiba II - Faculdade de Artes do Paraná (FAP) da Unespar – Universidade Estadual do Paraná, os quais foram direcionados a refletir e a discutir sobre suas experiências como visitantes de museus de arte, desde o perí­odo anterior ao iní­cio da graduação até a atualidade. A partir das informações levantadas nas discussões, buscou-se identificar e compreender os conceitos do sociólogo, tais como campo, habitus, capital cultural, capital simbólico, capital social, e especialmente o poder simbólico, no que consiste o campo artí­stico. Os resultados encontrados, em parte, confirmam a teoria do autor sobre o poder simbólico.

Palavras chave: Arte. Frequência em museus de arte. Poder simbólico. Estudantes de Licenciatura em Artes Visuais.

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Biografia do Autor

Jade Katchiri Brusco Gomes, Faculdade de Artes do Paraná/UNESPAR

Professora de artes, ilustradora e pesquisadora

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Publicado

2022-07-20