O OLHAR FEMININO SOBRE A EROTICIDADE LÉSBICA E BISSEXUAL NO CINEMA EXPERIMENTAL FEITO POR MULHERES

Autores

  • Rayane Taguti Universidade Estadual do Paraná/Campus Curitiba II - Cinema e Audiovisual

Resumo

Esse artigo procura refletir sobre a representação da eroticidade lésbica no cinema a partir de quatro filmes: Je, Tu, Il, Elle (Chantal Akerman, 1974), Dyketactics (Barbara Hammer, 1974), Lesbian Mother (Rita Moreira e Norma Bahia Pontes, 1972) e Las Hijas del Fuego (Albertina Carri, 2018). A escolha dos tí­tulos se justifica por se tratarem de curtas e longas metragens dirigidos por mulheres, dos anos 1970 aos anos 2010, da ficção ao documentário, do drama à pornografia, e serem considerados experimentais, ou seja, filmes que se opõem à norma do cinema industrial dominante. Com isso, também busca-se suscitar algumas reflexões acerca do cinema experimental como espaço de transgressões e os motivos disso. Por fim, a análise do conteúdo das cenas eróticas entre mulheres presentes nesses filmes será usada para identificar como elas colaboram para a construção e firmação de um olhar feminino – como as cenas são pensadas, vistas, filmadas, editadas, quem é o olhar por trás da câmera e a quem se dirigem.

Palavras-chave: Sexo lésbico. Olhar feminino. Cinema experimental.

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Biografia do Autor

Rayane Taguti, Universidade Estadual do Paraná/Campus Curitiba II - Cinema e Audiovisual

Bacharelanda em Cinema e Audiovisual pela Universidade Estadual do Paraná.

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Publicado

28-04-2021

Como Citar

Taguti, R. (2021). O OLHAR FEMININO SOBRE A EROTICIDADE LÉSBICA E BISSEXUAL NO CINEMA EXPERIMENTAL FEITO POR MULHERES. O Mosaico, (20). Recuperado de https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/mosaico/article/view/3766