A ESTRELA QUE DEVERIA TER SIDO E NÃO FOI

Ivonir Rodrigues Ayres, Marcos Hidemi de Lima

Resumo


Este artigo analisa a adaptação cinematográfica efetuada por Suzana Amaral do
romance A hora da estrela, escrito por Clarice Lispector, cujo enredo apresenta o narrador fundido contraditória e simultaneamente em escritor, personagem e narrador das desventuras de sua personagem Macabea, uma jovem alagoana que vive no Rio de Janeiro. Ao se preocupar em enfatizar as agruras dessa datilógrafa semi-alfabetizada, ignorante e pobre, o filme acaba mostrando certos estereótipos do cinema brasileiro que frequentemente associa pobreza à sujeira e à vulgaridade.


PALAVRAS-CHAVE: A hora da estrela, romance, cinema.


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