Revista Vórtex: Anúncios https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex <p>A Revista Vórtex (Qualis A2) é um periódico de acesso aberto dedicado aos seguintes campos temáticos da música: Criação, Estética e Composição Musical; Performance Musical; Análise, Percepção e Teoria Musical; Musicologia e Etnomusicologia; Computação Musical e Tecnologia da Música. A Política Editorial estimula a submissão de trabalhos em português, inglês ou espanhol nos formatos de artigo, resenha, tradução, entrevista, partitura, patches, áudio e vídeo. Os trabalhos submetidos são avaliados em regime duplo-cego (double blind peer review) e, quando publicados, são depositados e indexados em diversas bases bibliométricas, como DOAJ, Web of Science, RILM, Google Scholar etc.</p> pt-BR Wed, 25 May 2022 11:11:07 -0300 OJS 3.3.0.10 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Migramos 100% para a plataforma OJS https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/announcement/view/56 <p>A Revista Vórtex está 100% dentro da plataforma OJS. Leituras e submissões serão todas feitas pelo sistema. Para quem já conhece nosso periódico, as antigas submissões por email + formulário estão agora suspensas. 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Boas pesquisas!</p> https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/announcement/view/56 Wed, 25 May 2022 11:11:07 -0300 Chamada: Número Temático “Longo Modernismo Brasileiro” https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/announcement/view/52 <p>Chamada completa: [<a href="https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/libraryFiles/downloadPublic/7" target="_blank" rel="noopener">PDF</a>]</p> <p>Este número especial temático da Revista Vórtex é dedicado à compreensão dos processos e contextos de produção e circulação que marcam a noção de um Longo Modernismo Brasileiro no campo da música (NAPOLITANO, 2014). Fenômeno impulsionado pelos eventos – controversos – apresentados durante a Semana de Arte Moderna de 1922 (WISNIK, 1983), o projeto musical modernista, em suas diferentes vertentes e perspectivas, acabou por reverberar suas premissas em parte considerável do século XX, pautando debates, trajetórias e produções de artistas, intelectuais e muitos outros agentes e instituições (CONTIER, 1994; TRAVASSOS, 2000; MCCANN, 2004; WISNIK, 2004; NAPOLITANO, 2014; EGG, 2018). Neste sentido, as ideias modernistas exerceram contínua pressão no campo musical brasileiro, sendo encampadas, reelaboradas ou criticadas, extrapolando o momento inicial de 1922 e manifestando-se ao longo das décadas seguintes. Assim, a constante busca pela constituição de uma cultura musical de perfil moderno, nacional e inspirada nas manifestações populares marcou diferentes momentos das músicas de concerto (CONTIER, 1978; BRANDA LACERDA, 2014); e popular urbana (GARCIA, 1999; CAVALCANTE et all, 2004; NAPOLITANO, 2007; STROUD, 2008; FAVARETTO, 2016; LIMA REZENDE, 2018) produzidas no Brasil ao longo do século XX, ainda que pelo esforço de crítica e superação de tais perspectivas (KATER, 2001; SALLES, 2005). As potencialidades e limites, sucessos e fracassos do Longo Modernismo Brasileiro são tema desta edição, que toma a efeméride de 1922 como possibilidade e oportunidade de lançar esta provocação como um convite para um balanço crítico, aberto à comunidade de colaboradores da Revista Vórtex.</p> <p> </p> <p><strong>Referências</strong></p> <p>CONTIER, Arnaldo. Música e Ideologia no Brasil São Paulo: Novas Metas, 1978.</p> <p>CONTIER, Arnaldo. Mário de Andrade e a Música Brasileira. Revista Música, Vol. 5, No. 1, p. 1-33, 1994</p> <p>CAVALCANTE, Berenice; STARLING, Heloisa; EISENBERG, José (Orgs.). Decantando a República: Inventário Histórico e Político da Canção Popular Moderna Brasileira. 3 Volumes. São Paulo: Fundação Perseu Abramo/Nova Fronteira, 2004.</p> <p>EGG, Andre Acastro. A formação de um compositor sinfônico: Camargo Guarnieri entre o modernismo, o americanismo e a boa vizinhança. 1ª. ed. São Paulo: Alameda, 2018.</p> <p>FAVARETTO, Celso Fernando. O tropicalismo e a crítica da canção. Revista USP, São Paulo, V. 111, p. 117- 124, 2016</p> <p>GARCIA, Walter. Bim Bom - A contradição sem conflitos de João Gilberto. São Paulo: Paz e Terra, 1999.</p> <p>LACERDA, Marcos Branda. Villa-Lobos, os Choros e o Pestana às avessas. Opus, Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 77-98, dez. 2014.</p> <p>LIMA REZENDE, Gabriel Sampaio Souza. O truque do mestre: a crise da modernização em Chega de Saudade. Revista IEB, v. 1, p. 121-148, 2018.</p> <p>MCCANN, Bryan. Hello, Hello, Brazil: Popular Music in the Making of Modern Brazil. Durham: Duke University Press, 2004.</p> <p>NAPOLITANO, Marcos. Arte e Política no Brasil: História e Historiografia. In: EGG, André; FREITAS, Artur; KAMINSKI, Rosane. (Orgs). Arte e Política no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2014.</p> <p>NAPOLITANO, Marcos. A síncope das ideias: a questão da tradição na música popular brasileira. São Paulo: Perseu Abramo, 2007</p> <p>KATER, Carlos. Música Viva e H. J. Koellreutter: movimentos em direção à modernidade São Paulo: Musa Editora; Atravez, 2001.</p> <p>SALLES, Paulo de Tarso. Aberturas e impasses: o pós-modernismo na música e seus reflexos no Brasil - 1970- 1980. 1. ed. São Paulo: Editora UNESP, 2005.</p> <p>STROUD, Sean. The Defence of Tradition in Brazilian Popular Music – Politics, Culture and the Creation of Música Popular Brasileira. Hampshire: Ashgate, 2008.</p> <p>TRAVASSOS, Elisabeth. Modernismo e Música Brasileira Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.</p> <p>WISNIK, José Miguel. "Getúlio da Paixão Cearense: Villa-Lobos e o Estado Novo". In: Música: o nacional e popular na cultura brasileira Reimp. 2º ed. São Paulo: Brasiliense, 2004.</p> <p>WISNIK, José Miguel. O coro dos contrários: a música em torno da Semana de 1922. São Paulo: Editora Duas Cidades, 1983.</p> https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/announcement/view/52 Thu, 19 May 2022 10:52:35 -0300 Chamada: Chamada Geral e Dossiê “Rock” https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/announcement/view/51 <p>Chamada completa para Dossiê “Rock”: [<a href="https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/libraryFiles/downloadPublic/6" target="_blank" rel="noopener">PDF</a>]</p> <p>Juan Pablo González (2014, p. 46,) aponta que o rock é um dos sete gêneros musicais mais abordados na bibliografia sobre música popular. São numerosos os estudos que se debruçam sobre suas manifestações na América Latina, desde sua incursão no território a partir da década de 1950 até sua hibridação no contexto do pós-1990. Contudo, são poucos os periódicos acadêmicos dedicados exclusivamente ao tema, o que evidencia certa resistência que o gênero ainda encontra no domínio dos estudos musicais nesse continente. Ainda de acordo com González, um dos motivos desse fenômeno é a aparente necessidade de um requisito fundamental para que a musicologia latino-americana se interesse pelo tema: a existência de um rock de identidade nacional. Entretanto, o rock como manifestação social mais ampla pareceu sempre se esquivar da imagem de um movimento homogêneo, mostrando ser um dos gêneros mais controversos e paradoxais do século XX. Sua trajetória bem sucedida dentro da indústria cultural, alinhavada às exigências de um mercado cada vez mais racionalizado e hostil aos artistas, não impediu que em muitos casos ele continuasse a cumprir um papel de crítica e resistência frente aos valores do status quo. É nesse sentido que o álbum Sgt. Pepper’s lonely hearts club band - da banda inglesa The Beatles - que completa seus 55 anos de existência em 2022, representa um marco na história do gênero, “um álbum em que se esfumaçaram os limites entre a chamada cultura erudita e cultura de massa, entre o Oriente e o Ocidente, entre a música popular e a música de vanguarda, criando assim um tipo de arte pop – onde esse ‘pop’ não deve ser entendido como oposto ao culto e sinônimo de massificação, mas sim como um mosaico” (FENERICH, MARQUIONI, 2008, p. 3). O disco obteve uma estrondosa repercussão, se tornando uma referência artística (tanto no plano sonoro quanto visual) para diversos artistas/grupos e movimentos musicais ao redor do mundo. Tomando estas premissas como impulsionadoras do debate, esse dossiê convida pesquisadores e pesquisadoras de diversas áreas a submeterem trabalhos que tratem das mais variadas temáticas em torno do gênero. Serão bem-vindas abordagens históricas, culturais, filosóficas, musicológicas, literárias, etnográficas e sociológicas que abordem o rock em suas mais diversas manifestações: sua produção, circulação e consumo; sua relação com gravadoras e com a indústria fonográfica; suas apropriações e hibridações; suas representações ideológicas, comportamentais e discursivas; suas relações com os contextos pós-nacionais e pós-modernos; suas problemáticas textuais, performativas e sonoras bem como suas manifestações na atualidade e a medida que estas contribuem (ou não) para responder às demandas do mundo contemporâneo.</p> <p><strong>References</strong></p> <p>GONZÁLEZ, Juan Pablo. Pensar la música desde América Latina. Problemas e interrogantes. Ediciones Universidad Alberto Hurtado. Santiago de Chile. 2014.</p> <p>FENERICH, José Adriano; MARQUIONI, Carlos Eduardo. Sgt. Pepper’s Lonely hearts club band: uma colagem de sons e imagens. Revista de História e Estudos Culturais. Janeiro/Fevereiro/Março, vol.5 Ano V, n°1, 2008.</p> https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/announcement/view/51 Thu, 19 May 2022 10:49:25 -0300