A Arte Fotográfica: Inversão e Reinversão de Valores

Marcos Faccioli Gabriel

Resumo


A questão sobre a natureza da fotografia, se gênero utilitário ou obra de arte autônoma, é pergunta recorrente, porque a fotografia não tem a história dos gêneros tradicionais e porque se dá como técnica mecânica de captação de imagens a serviço dos fins mais variados.  Para que obtenhamos algum esclarecimento, é oportuno rever os termos de uma polêmica dos anos de 1980, em que a historiadora da arte Rosalind Krauss associou o modo mecânico da fotografia ao que considerava um colapso da autoria enquanto subjetividade diferenciada e fonte da originalidade das obras.  Esta tendência iria muito além da fotografia e marcaria toda a modernidade tardia, algo que a autora formalizava através da noção de “simulacro”, tal como fora apropriada da tradição filosófica pelo pensador Gilles Deleuze de acordo com a “inversão” do platonismo proposta por Nietzsche.

Palavras-chave


Simulacro; autoria; subjetividade diferenciada; fotografia, estética da fotografia

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R. Sensorium, Curitiba, PR, Brasil, eISSN 2358-0437

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