A (AUTO) REPRESENTAÇÃO DA MULHER NEGRA NO CINEMA BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO

Beatriz Gerolim dos Santos

Resumo


Neste trabalho, pretende-se a análise do longa metragem Café com Canela,
codirigido por Glenda Nicacio, com estreia no 50º Festival de Brasília. O intuito é levantar questões acerca das personagens femininas representadas no filme, dirigido por uma mulher negra, tais como: desconstrução de estereótipos depreciativos da mulher negra; possibilidade da construção de um novo olhar sobre esta mulher. Ainda, baseando-se nas leituras do texto O olhar opositivo – a espectadora negra, presente no livro Black Looks: Race and Representation (1992) de Bell Hooks, problematizar-se-á sobre a espectadora negra e a ausência de representação. Em Mulheres negras fazendo cinema (2014), de
Rosa Maria Berardo e Júlio César dos Santos, pautar-se-á a comparação da forma como a mulher negra é retratada usualmente e como ela é retratada no longa metragem Café com Canela.

PALAVRAS-CHAVE: Auto representação. Realizadoras negras. Cinema brasileiro
contemporâneo.


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