A história de exploração da “seringa” (Hevea brasiliensis) e o ensino de ciências no museu do seringal Vila Paraíso

Andreza Rayane Holanda Reis, Augusto Fachín Terán, Ana Paula Melo Fonseca, Silvia Alves de Souza

Resumo


Experiências de ensino fora do espaço formal quando bem sucedidas trazem excelentes lembranças de aprendizagem para os estudantes. Neste trabalho relatamos a vivência de uma visita realizada ao Museu do Seringal Vila Paraíso. O objetivo desta experiência foi conhecer a história de exploração da “seringa” (Hevea brasiliensis) e avaliar os ambientes do Museu do Seringal que ofereçam condições para trabalhar aspectos relacionados com o Ensino de Ciências. Participaram da visita 23 estudantes. Foi utilizado um roteiro elaborado pelo professor da disciplina. Foram visitados diferentes ambientes do museu, com ajuda de um guia turístico. O lugar é fonte de aprendizado sobre o sistema de exploração da “seringa”, disponibilizando elementos que possibilitam entender sua historia de exploração.

Palavras-chave: Hevea brasiliensis, Amazônia, Exploração, Espaços Não Formais.

Palavras-chave: Hevea brasiliensis, Amazônia, Exploração, Espaços Não Formais.


Texto completo:

229-241

Referências


BUENO, R. Borracha na Amazônia: as cicatrizes de um ciclo fugaz e o início da industrialização. Porto Alegre: Quatro Projetos, 2012.

CAZELLI, S. Ciência, Cultura, museus, jovens e escolas: quais as relações? 2005. Tese de (doutorado). Departamento de Educação, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2005.

FERRARINI, S. A. Cenários Amazônicos. Porto Alegre: CMC Editora, 2006.

MACIEL, H. M.; ALMEIDA, D. P.; FACHÍN-TERÁN, A. Caracterização de cinco espaços não formais para a educação em ciências, Manaus, AM, Brasil. Encontro Internacional de Educação não formal e formação de professores. Museu de Astronomia e Ciências Afins - MAST/MCTI/Coordenação de Educação em Ciências, Rio de Janeiro 11 a 13 de julho de 2012.

MACIEL, H. M.; FACHÍN-TERÁN, A. O Potencial Pedagógico dos Espaços Não Formais da Cidade de Manaus. Curitiba, PR: CRV, 2014. 128p.

MOTA, E. R. As contribuições do museu do seringal vila paraíso para o ensino de sociologia e psicologia. Anais do 5º Simpósio em Educação em Ciências na Amazônia, (SECAM), Educação em Ciências: Ciência, tecnologia e saberes tradicionais. Manaus/AM, 21 a 23 de Outubro de 2015.

RENDEIRO, M, F, B.; SANTOS JÚNIOR, M. A.; FACHÍN-TERÁN, A. O uso de trilhas para o ensino de ciências. Anais do II Simpósio em Educação em Ciências na Amazônia, VII Seminário de Ensino de Ciências na Amazônia (SECAM), Manaus/AM, 17 a 21 de setembro de 2012.

ROCHA, S. C. B.; FACHÍN-TERÁN, A. O uso dos espaços não formais como estratégia para o Ensino de Ciências. Manaus: UEA Edições. Escola Normal Superior. PPGEECA, 2010.

SHIMADA, M. S.; FACHÍN-TERÁN, A. A relevância dos espaços não formais para o ensino de ciências. 4º Encontro Internacional de Ensino e Pesquisa em Ciências na Amazônia. Caballo Cocha – Peru, 06 de dezembro de 2014, Tabatinga – Amazonas – Brasil, 08 a 12 de dezembro de 2014, CSTB/UEA.

TRINDADE, D. S. A.; AGUIAR J. V. S.; VIEIRA, E. I. T. O Museu do Seringal Vila Paraíso: um recorte da história da ciência na passagem do século XIX para o século XX. Anais do III CONEDU. 5 a 7 de outubro de 2016. Natal/RN.

TRINDADE, D. S. A.; JESUS, E. L. Museu do Seringal Vila Paraíso: espaço histórico social de divulgação científica. Anais do III CONEDU. 5 a 7 de outubro de 2016. Natal/RN.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.